setembro 13, 2004

Reabriu a caça!

Não, não estou a falar da época venatória 2004/2005 que começa no próximo Domingo (acho eu). Estou a falar na caça aos caloiros que mais uma vez começou pelas Universidades, Politécnicos e afins de todo o país(zinho).
Quando será que as pessoas percebem que isto não passa de uma estúpidez pegada? Repugna-me profundamente que alguns se achem no direito de "integrar" alguém contra sua vontade, num ritmo que não é o seu, numa cidade que não é a sua e num dos momentos mais marcantes da sua vida!
Voltarei a escrever sobre este assunto. (É que neste momento estou um bocado enojado com o que já vi hoje, aqui, na Universidade do Minho).

Escrito por Pires em 06:13 PM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 10, 2004

Pensamento do dia

É melhor desistir do que ter um três espetado na pauta.

(Esta Semiótica já me está a dar cabo da cabeça, mas em Novembro faço e com um 16!!!!)

Escrito por Pires em 03:45 PM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 08, 2004

Futebolês...

"Rui Jorge ficou na encolha" - Gabriel Alves, hoje, no Portugal-Estónia.

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Escrito por Pires em 11:18 PM | Comentários (0) | TrackBack

setembro 06, 2004

Dark Angel

DarkAngel
Esta é uma excelente série que por cá podemos ver todos os Sábados (o que é uma pena) às 22:30, na RTP2.
Ah, a rapariga chama-se Jessica Alba e, há que dizê-lo com frontalidade, é linda.

Escrito por Pires em 03:50 PM | Comentários (3) | TrackBack

setembro 04, 2004

Regresso

Ao ler o título deste post, o leitor poderá pensar que me estou a referir ao final das minhas férias. Errado. Neste texto vou falar do final das férias, mas não das minhas.
Agosto é o mês dos emigrantes. Dos "avecs" como alguns dizem. Destacam-se pela maneira diferente de vestir e até pela maneira de falar, misturando umas palavritas francesas com o português. Muitos criticam. Dizem que vêm armados em espertos. Em superiores. É frequente ouvirmos: «Estou morto que acabe este mês só para poder andar à vontade. Isto está cheio de avecs».
Claro que onde se nota mais é nas matriculas dos carros.
No entanto, poucos são os que percebem estes portugueses que, pelas mais variadas razões, tiveram que deixar o seu país. Poucos são aqueles que entendem o seu sentimento, condenando a sua alegria e o brilho nos olhos. Eles estão em casa. Na casa que tiveram que abandonar para lutar por uma vida melhor. Por isso estão à vontade e não se importam minimamente com o que os outros possam pensar.
Que bom seria se todas estas pessoas estivessem em Portugal durante todo o ano. Eles são os verdadeiros portugueses. Aqueles que mais sentem a bandeira do seu país. Eles que vibram intensamente a cada vitória da selecção (muito mais que nós). Eles que sofrem por estar longe e nunca se sentem em casa, reclamam o direito de se sentir em casa, pelo menos uma vez por ano.
Eles que são portugueses durante o ano, são apelidados de franceses quando estão no seu país. Vida difícil.
Para eles a minha mais sincera homenagem.
Sejam benvindos. Parabéns por aquilo que conseguiram!

Escrito por Pires em 09:03 AM | Comentários (0) | TrackBack